Benção Irlandesa
"Muita luz.
Que o caminho seja brando á teus pés,
O vento sempre leve em teus ombros,
Que o sol brilhe cálido sobre tua face,
As chuvas caiam serenas em teus campos,
E até que eu de novo te veja,
que os Deuses te guardem nas palmas de suas mãos."
A Canção da Lua
Ergo meus braços, saudando
Enquanto ela desliza pela noite.
A Lua dos mistérios, redonda,
Disco luminoso, de prata cintilante.
Meu espírito atende a seu chamado,
E deseja ter asas para voar,
Para que eu possa buscar seu santuário sagrado
Do qual o céu é símbolo.
Um lugar de segredos ocultos,
De antigos mistérios sagrados,
Um lugar que em outras eras conheci,
E de sabedoria em templos calados.
Esforço-me para tentar lembrar
Tudo oque antes aprendido eu teria,
Os Segredos Esquecidos da Lua,
a Deusa e toda a sua Sabedoria.
Apesar de meus braços voltados para o céu,
ouço Sua voz em meu interior e sigo esta direção.
desvendo o labirinto interno,
Confiando em minha opção.
"Não busque o exterior, mas sim no fundo do seu eu."
Diz a voz clara e suave.
"Mantenha sua Fé em Mim pelos treze meses,
Do Ano Sagrado da mãe."
Eu a observo através de seus ciclos,
Como já fiz em vidas passadas,
E sigo sua trilha enluarada,
Que a porta secreta interior me conduz.
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A Canção da Lua
Ergo meus braços, saudando
Enquanto ela desliza pela noite.
A Lua dos mistérios, redonda,
Disco luminoso, de prata cintilante.
Meu espírito atende a seu chamado,
E deseja ter asas para voar,
Para que eu possa buscar seu santuário sagrado
Do qual o céu é símbolo.
Um lugar de segredos ocultos,
De antigos mistérios sagrados,
Um lugar que em outras eras conheci,
E de sabedoria em templos calados.
Esforço-me para tentar lembrar
Tudo oque antes aprendido eu teria,
Os Segredos Esquecidos da Lua,
a Deusa e toda a sua Sabedoria.
Apesar de meus braços voltados para o céu,
ouço Sua voz em meu interior e sigo esta direção.
desvendo o labirinto interno,
Confiando em minha opção.
"Não busque o exterior, mas sim no fundo do seu eu."
Diz a voz clara e suave.
"Mantenha sua Fé em Mim pelos treze meses,
Do Ano Sagrado da mãe."
Eu a observo através de seus ciclos,
Como já fiz em vidas passadas,
E sigo sua trilha enluarada,
Que a porta secreta interior me conduz.
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Oração Celta
Que despertes para o mistério de estar aqui e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.
Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que despertes para o mistério de estar aqui e compreendas a silenciosa imensidão da tua presença.
Que tenhas alegria e paz no templo dos teus sentidos.
Que recebas grande encorajamento quando novas fronteiras acenam.
Que respondas ao chamado do teu Dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho.
Que a chama da raiva te liberte da falsidade.
Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde.
Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma.
Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção.
Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.
Que sejas abençoado nos Nomes Sagrados daqueles que suportam a nossa dor pela montanha da transfiguração acima.
Que conheças o suave abrigo e a graça restauradora quando fores chamado a resistir na morada da dor.
Que os pontos de escuridão no teu íntimo se voltem na direção da luz.
Que te seja concedida a sabedoria de evitar a falsa resistência e, quando o sofrimento bater à porta da tua vida, seja capaz de lhe vislumbrar a dádiva oculta.
Que sejas capaz de enxergar os frutos do sofrimento.
Que a memória te abençoe e te abrigue com a arduamente obtida luz do esforço passado, que isso te dê confiança e segurança.
Que uma janela de luz sempre te surpreenda.
Que a graça da transfiguração te cure as feridas.
Que saibas que, embora a tempestade possa rugir, nem um fio do teu cabelo será magoado."
(Texto extraído do livro "Ecos Eternos" de John O'Donohue)
Que respondas ao chamado do teu Dom e encontre a coragem para seguir-lhe o caminho.
Que a chama da raiva te liberte da falsidade.
Que o ardor do coração mantenha a tua presença flamejante e que a ansiedade jamais te ronde.
Que a tua dignidade exterior reflita uma dignidade interior da alma.
Que tenhas vagar para celebrar os milagres silenciosos que não buscam atenção.
Que sejas consolado na simetria secreta da tua alma.
Que sintas cada dia como uma dádiva sagrada tecida em torno do cerne do assombro.
Que sejas abençoado nos Nomes Sagrados daqueles que suportam a nossa dor pela montanha da transfiguração acima.
Que conheças o suave abrigo e a graça restauradora quando fores chamado a resistir na morada da dor.
Que os pontos de escuridão no teu íntimo se voltem na direção da luz.
Que te seja concedida a sabedoria de evitar a falsa resistência e, quando o sofrimento bater à porta da tua vida, seja capaz de lhe vislumbrar a dádiva oculta.
Que sejas capaz de enxergar os frutos do sofrimento.
Que a memória te abençoe e te abrigue com a arduamente obtida luz do esforço passado, que isso te dê confiança e segurança.
Que uma janela de luz sempre te surpreenda.
Que a graça da transfiguração te cure as feridas.
Que saibas que, embora a tempestade possa rugir, nem um fio do teu cabelo será magoado."
(Texto extraído do livro "Ecos Eternos" de John O'Donohue)
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